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Vice-presidente da FNO e presidente do Sioms defende inclusão da odontologia no Mais Médicos | Sioms

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13 de Junho de 2024





Reunião em Brasília
25 de Abril de 2023

Vice-presidente da FNO e presidente do Sioms defende inclusão da odontologia no Mais Médicos

 

 

 

Durante reunião da Câmara Técnica da CIRHRT, David Chadid falou da urgência e a necessidade da odontologia no programa

 

O vice-presidente da FNO – Federação Nacional dos Odontologistas e presidente do Sioms – Sindicato dos Odontologistas de Mato Grosso do Sul, David Chadid, durante a reunião da Câmara Técnica da CIRHRT, realizada nesta segunda-feira (24), em Brasília-DF, defendeu a importância da Saúde Bucal.

 

Em sua fala, David Chadid reforçou para os gestores do Governo Federal, responsáveis pela criação e reimplantação do programa “Mais Médicos”, a necessidade da presença dos Odontólogos em áreas distantes e locais de difícil acesso no país. “Levar Médicos e não levar Cirurgiões-dentistas é estar deixando de cuidar integralmente da saúde da população”, pontuou.

 

O vice-presidente da FNO e presidente do Sioms ressaltou que dados do IBGE apontam que 88% da população já teve contato com lesões de cárie, sendo que 38% ainda tem e 11% da população é completamente desdentada. “Temos o maior número absoluto de Dentistas do planeta em contraste com o maior número de desdentados. Assim, podemos afirmar que profissionais não faltam e sim a necessidade de um incentivo e olhar por parte do governo”.

 

Chadid ponderou que inúmeras patologias, problemas advindos de ausência dentária, problemas digestivos decorrentes de patologias bucais, deficiências vitamínicas pela má alimentação devido às condições bucais, entre tantos outros problemas de saúde, não poderão ser resolvidos sem o profissional odontólogo. “Não há diferença entre um profissional que cuida do sistema endócrino, do sistema digestivo, do sistema urinário para um profissional que cuida do sistema estomatognático e o governo necessita ter um olhar em levar a saúde de maneira completa para a população brasileira”.

 

Ele também lembrou outras patologias que acometem a população em decorrência da falta de saúde bucal. “As infecções bucais, quantas endocardites bacterianas estão surgindo por conta disso, que não podem ser identificadas, que não tem um profissional odontólogo para ver se tem infecção bucal, ou não. Quantos partos prematuros, porque isso está comprovado, que os partos prematuros causados por infecções bucais podem ser evitados e a gente nem tem conhecimento do número desses partos prematuros, que estão sendo causados por infecções bucais. Fora os problemas de socialização, vergonha. Todo mundo aqui já teve um dente quebrado, fraturado e como você faz com o jovem, ou o adulto se fraturar, para se alimentar, ir à escola, ao trabalho e passar problema. E a população que não tem acesso ao profissional para poder resolver esse tipo de situação. Então, eu não vejo uma dissociação da odontologia em relação ao programa Mais Médico, há a necessidade de levar a saúde em completo para a população”.

 

E acrescentou: “Por questões acadêmicas, no Brasil a Odontologia é uma faculdade à parte da Medicina, em outros países a Odontologia é uma especialização da Medicina e se o programa "Mais Médicos" fosse nestes países teríamos a saúde bucal disponível neste tipo de programa”.

 


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